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sexta-feira, 23 de abril de 2010
SEGUNDO A POLÍCIA: MULHERES BELÍSSIMAS DA ELITE ILHEENSE FORAM VÍTIMAS DE ESTUPRO
As supostas vítimas de Jarbas Gutierre, acusado de cometer estupros, são mulheres belíssimas da elite ilheense, garantiu ao Blog do Gusmão, o policial Luciano Rosário, um dos responsáveis pela investigação (clique aqui).
Segundo informações, o delegado André Viana demonstra muita segurança no caso, pois há vítimas de sobra, capazes de incriminar o acusado. “Ele foi condenado por estupro em São Paulo, além do mais, é inadmissível acreditar que mulheres abastadas financeiramente, algumas casadas, venham até a polícia, dar falso testemunho, para incriminar um inocente”, advertiu um dos policiais.
PF e a CIPE CACAUEIRA destrói 10 mil pés de maconha na região
em fazendas de Maraú, Itacaré, Camamu, Ilhéus, Uruçuca, Canavieiras e Ipiaú. Desde segunda, 12, uma equipe comandada pelo delegado Fábio Marques realiza uma mega-operação para localizar e destruir plantações de maconha na região.
Os federais usaram helicópteros, um caminhão tanque e outros veículos na Operação Liamba II. Eles cumprem mandados de busca e apreensão em fazendas abandonadas depois que os pés de cacau foram destruídos pela praga da vassoura-de-bruxa.
Segundo a Polícia Federal, as propriedades viraram áreas preferidas dos traficantes para plantar drogas que abastecem o comércio do sul da Bahia. Em quatro dias de operação, foram queimados cerca de 10 mil pés de maconha (quase três toneladas) em sete municípios.
Até sexta-feira, 16, a polícia não havia identificado os donos das plantações de maconha, queimadas na medida em que foram encontradas. Para o delegado Fábio Marques, os traficantes poderiam faturar até R$ 1,5 milhão com a maconha destruída.
A Operação Liamba II conta com a participação de mais de 50 policias, entre federais, agentes das Ações Especiais da Região Cacaueira (Caerc) e Corpo de Bombeiros.
O delegado informou que as ações de combate ao tráfico vão prosseguir em toda a região e a população pode contribuir fazendo denúncias anônimas pelo telefone (73) 3234-2300. “Todas as informações serão devidamente investigadas”.
A primeira fase foi encerrada na manhã de quinta-feira, 15, quando uma base móvel foi montada na Avenida Soares Lopes. A Operação Liamba I foi realizada em fevereiro nas cidades de Salgueiro e Juazeiro, além do estado de Pernambuco.
Mais tráfico
Já na BR-101, entre Itabuna e Buerarema, na quinta-feira um funcionário federal, com quase 30 anos de serviço, nenhuma passagem pela polícia, foi flagrado com maconha. Os policiais abordaram Belaides Francisco de Assis, 49 anos, após uma denúncia anônima.
Ele alegou ser apenas usuário e contou que comprou a droga na Rua da Bananeira, em Itabuna, nas mãos de Antônio Alves de Souza, de 63 anos. Os policiais fizeram buscas no bar de Antônio e encontraram 68 pedras de crack.
O homem foi preso em flagrante e levado para o Conjunto Penal de Itabuna. Ele já tinha passagem pela polícia. Belaides Francisco foi considerado usuário e liberado.
Já na manhã de quarta-feira, foi preso no centro de Buerarema, o investigador da Polícia Civil Heider Moreira da Cruz, de 39 anos. Ele vinha sendo investigado há cerca de um ano e foi detido por determinação do juiz da Comarca de Barro Preto, Eros Cavalcanti.
Heider foi flagrado em escutas telefônicas negociando com traficantes. O policial mora em Buerarema e trabalhava em Barro Preto, lotado na 6ª Coordenadoria da Polícia Civil em Itabuna. Antes a polícia já havia prendido 14 pessoas de Itabuna, Marau e Barro Preto.
Os federais usaram helicópteros, um caminhão tanque e outros veículos na Operação Liamba II. Eles cumprem mandados de busca e apreensão em fazendas abandonadas depois que os pés de cacau foram destruídos pela praga da vassoura-de-bruxa.
Segundo a Polícia Federal, as propriedades viraram áreas preferidas dos traficantes para plantar drogas que abastecem o comércio do sul da Bahia. Em quatro dias de operação, foram queimados cerca de 10 mil pés de maconha (quase três toneladas) em sete municípios.
Até sexta-feira, 16, a polícia não havia identificado os donos das plantações de maconha, queimadas na medida em que foram encontradas. Para o delegado Fábio Marques, os traficantes poderiam faturar até R$ 1,5 milhão com a maconha destruída.
A Operação Liamba II conta com a participação de mais de 50 policias, entre federais, agentes das Ações Especiais da Região Cacaueira (Caerc) e Corpo de Bombeiros.
O delegado informou que as ações de combate ao tráfico vão prosseguir em toda a região e a população pode contribuir fazendo denúncias anônimas pelo telefone (73) 3234-2300. “Todas as informações serão devidamente investigadas”.
A primeira fase foi encerrada na manhã de quinta-feira, 15, quando uma base móvel foi montada na Avenida Soares Lopes. A Operação Liamba I foi realizada em fevereiro nas cidades de Salgueiro e Juazeiro, além do estado de Pernambuco.
Mais tráfico
Já na BR-101, entre Itabuna e Buerarema, na quinta-feira um funcionário federal, com quase 30 anos de serviço, nenhuma passagem pela polícia, foi flagrado com maconha. Os policiais abordaram Belaides Francisco de Assis, 49 anos, após uma denúncia anônima.
Ele alegou ser apenas usuário e contou que comprou a droga na Rua da Bananeira, em Itabuna, nas mãos de Antônio Alves de Souza, de 63 anos. Os policiais fizeram buscas no bar de Antônio e encontraram 68 pedras de crack.
O homem foi preso em flagrante e levado para o Conjunto Penal de Itabuna. Ele já tinha passagem pela polícia. Belaides Francisco foi considerado usuário e liberado.
Já na manhã de quarta-feira, foi preso no centro de Buerarema, o investigador da Polícia Civil Heider Moreira da Cruz, de 39 anos. Ele vinha sendo investigado há cerca de um ano e foi detido por determinação do juiz da Comarca de Barro Preto, Eros Cavalcanti.
Heider foi flagrado em escutas telefônicas negociando com traficantes. O policial mora em Buerarema e trabalhava em Barro Preto, lotado na 6ª Coordenadoria da Polícia Civil em Itabuna. Antes a polícia já havia prendido 14 pessoas de Itabuna, Marau e Barro Preto.
Sistema emite NFs com número igual
O caos das Notas Fiscais continua em Itabuna, depois que a prefeitura trocou um serviço já comprovado por um sistema feito "em casa", que vem gerando graves prejuízos aos empresários e ao próprio município.
Depois de cinco dias sem conseguir emitir uma Nota Fiscal, os empresários se depararam com outro problema: as notas do novo sistema não continuam a numeração da última emitida pelo sistema anterior, o Emaiss.
Elas começam de 0001, sem abrir nova série, fazendo com que milhares de NF tenham o mesmo número, para clientes diferentes, emitidas em meses e anos diversos. Uma bagunça contábil que pode ter consequências legais.
Além disso, quem conseguiu emitir notas nesta quinta-feira reclama das "maluquices" do sistema criado pela prefeitura. "Eu coloco o endereço correto e o sistema muda ele para outra cidade e estado, sozinho".
Com isso, é preciso cancelar a NF e emitir outra até que o endereço esteja correto. O novo sistema também peca ao não permitir o envio por email do link da NF para impressão. É preciso imprimir e enviar pelo Correio.
Outro problema grave é que ninguém consegue emitir uma Certidão Negativa de Débito, já que os dados anteriores ainda não estão disponíveis no novo sistema.
Nesta quinta, a Siapiss enviou o banco de dados com as informações fiscais dos contribuintes, que estavam no Emaiss, para o secretário de Planejamento e Tecnologia, Maurício Athayde, no email mauricio@okbahia.com
Empresários de vários setores, muito irritados, querem que a prefeitura volte a usar o Emaiss até que seu sistema esteja seguro e completo. "Se é que estará um dia," diz um deles. O problema é que a prefeitura não paga o Emaiss há um ano.
A prefeitura alega que o sistema foi corrigido e está "estabilizado e em pleno funcionamento", mas na tarde desta quinta-feira várias empresas reclamaram de não conseguir acesso a ele.
O secretário Athayde diz que "os quatro servidores disponibilizados para o serviço comportam até 16 mil usuários logados, capacidade mais do que suficiente para assegurar a segurança do sistema".
Ele confunde disponibilidade de máquinas com segurança, duas coisas distintas. A segurança depende de inúmeras variáveis, todas obscuras no caso da prefeitura, desde quem administra o sistema até o tipo de firewall e bloqueios de hackers.
A prefeitura continua alegando, em nota oficial, que o novo sistema permite "economizar até R$ 150 mil por mês". Na edição deste sábado o jornal A Região mostrará, com documentos, que este valor é irreal e não há economia.
Depois de cinco dias sem conseguir emitir uma Nota Fiscal, os empresários se depararam com outro problema: as notas do novo sistema não continuam a numeração da última emitida pelo sistema anterior, o Emaiss.
Elas começam de 0001, sem abrir nova série, fazendo com que milhares de NF tenham o mesmo número, para clientes diferentes, emitidas em meses e anos diversos. Uma bagunça contábil que pode ter consequências legais.
Além disso, quem conseguiu emitir notas nesta quinta-feira reclama das "maluquices" do sistema criado pela prefeitura. "Eu coloco o endereço correto e o sistema muda ele para outra cidade e estado, sozinho".
Com isso, é preciso cancelar a NF e emitir outra até que o endereço esteja correto. O novo sistema também peca ao não permitir o envio por email do link da NF para impressão. É preciso imprimir e enviar pelo Correio.
Outro problema grave é que ninguém consegue emitir uma Certidão Negativa de Débito, já que os dados anteriores ainda não estão disponíveis no novo sistema.
Nesta quinta, a Siapiss enviou o banco de dados com as informações fiscais dos contribuintes, que estavam no Emaiss, para o secretário de Planejamento e Tecnologia, Maurício Athayde, no email mauricio@okbahia.com
Empresários de vários setores, muito irritados, querem que a prefeitura volte a usar o Emaiss até que seu sistema esteja seguro e completo. "Se é que estará um dia," diz um deles. O problema é que a prefeitura não paga o Emaiss há um ano.
A prefeitura alega que o sistema foi corrigido e está "estabilizado e em pleno funcionamento", mas na tarde desta quinta-feira várias empresas reclamaram de não conseguir acesso a ele.
O secretário Athayde diz que "os quatro servidores disponibilizados para o serviço comportam até 16 mil usuários logados, capacidade mais do que suficiente para assegurar a segurança do sistema".
Ele confunde disponibilidade de máquinas com segurança, duas coisas distintas. A segurança depende de inúmeras variáveis, todas obscuras no caso da prefeitura, desde quem administra o sistema até o tipo de firewall e bloqueios de hackers.
A prefeitura continua alegando, em nota oficial, que o novo sistema permite "economizar até R$ 150 mil por mês". Na edição deste sábado o jornal A Região mostrará, com documentos, que este valor é irreal e não há economia.
Queima ilegal de remédios em Itabuna
A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar quem queimou centenas de caixas de medicamentos na Rua da República, no centro de Itabuna. Foram incinerados remédios usados no tratamento de tromboses, doenças renais e ginecológicas.
No local também foram encontradas ampolas de glicose, seringas e remédios que só são liberados para a rede pública de saúde. Mas o secretário Municipal de Saúde, Antônio Vieira, alega que o material não saiu da rede de saúde de Itabuna.
Somente as investigações vão indicar a origem dos medicamentos, que podem ter sido comprados com dinheiro público.
Moradores de ruas próximas informaram que a incineração ocorreu na manhã de quarta e foi feita por dois homens, que fizeram o transporte em uma caminhonete.
Na quarta à tarde, peritos da Polícia Civil estiveram no local para recolher material para análise. O que chamou a atenção é que alguns medicamentos ainda estavam dentro do prazo de validade.
No local também foram encontradas ampolas de glicose, seringas e remédios que só são liberados para a rede pública de saúde. Mas o secretário Municipal de Saúde, Antônio Vieira, alega que o material não saiu da rede de saúde de Itabuna.
Somente as investigações vão indicar a origem dos medicamentos, que podem ter sido comprados com dinheiro público.
Moradores de ruas próximas informaram que a incineração ocorreu na manhã de quarta e foi feita por dois homens, que fizeram o transporte em uma caminhonete.
Na quarta à tarde, peritos da Polícia Civil estiveram no local para recolher material para análise. O que chamou a atenção é que alguns medicamentos ainda estavam dentro do prazo de validade.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Ilhéus pode ter o quarto Porto.
Além dos novos portos da BAMIN e do Porto Sul, e do já existente Porto do Malhado, Ilhéus pode ter o quarto Terminal Marítimo. Isso porque duas companhias chinesas compraram o Projeto Salinas, que inclui uma mina de minério de ferro em Minas Gerais e prevê a construção de um mineroduto de 500 quilômetros e de um porto em Ilhéus, para as exportações do produto
A construção de mais um novo Porto firma a cidade como potencial para exportações que desencadeia em vários benefícios econômicos para a cidade, já que aumenta a circulação de pessoas e produtos de diversas cidades.
A Votorantim Novos Negócios (VNN), dona da Sul Americana de Metais, fechou no domingo um acordo com a Honbridge Holdings, empresa chinesa de investimentos, para a venda do Projeto Salinas.O contrato foi fechado em US$ 390 milhões. Mas, por enquanto, a VNN não vai embolsar o valor. Durante um ano, a empresa de capital de risco (venture capital) do grupo Votorantim do vai administrar o projeto, até a fase de conclusão do estudo de viabilidade. Nesta fase serão aportados pelos chineses US$ 35 milhões. Se os negócios avançarem, o controle acionário será transferido. A Honbridge já acenou com um plano de investimentos da ordem de US$ 2,6 bilhões, explica Haroldo Fleischfresser, presidente da Votorantim Novos Negócios.
Segundo estudo preliminar feito pela Votorantim Novos Negócios, a mina tem capacidade estimada em 2,8 bilhões de toneladas até ser exaurida, o que daria uma média de 25 milhões de toneladas extraídas anualmente ao longo de duas décadas. A companhia chinesa também já opera no País com um negócio na área de exploração de manganês, por enquanto sem sócios.
A construção de mais um novo Porto firma a cidade como potencial para exportações que desencadeia em vários benefícios econômicos para a cidade, já que aumenta a circulação de pessoas e produtos de diversas cidades.
A Votorantim Novos Negócios (VNN), dona da Sul Americana de Metais, fechou no domingo um acordo com a Honbridge Holdings, empresa chinesa de investimentos, para a venda do Projeto Salinas.O contrato foi fechado em US$ 390 milhões. Mas, por enquanto, a VNN não vai embolsar o valor. Durante um ano, a empresa de capital de risco (venture capital) do grupo Votorantim do vai administrar o projeto, até a fase de conclusão do estudo de viabilidade. Nesta fase serão aportados pelos chineses US$ 35 milhões. Se os negócios avançarem, o controle acionário será transferido. A Honbridge já acenou com um plano de investimentos da ordem de US$ 2,6 bilhões, explica Haroldo Fleischfresser, presidente da Votorantim Novos Negócios.
Segundo estudo preliminar feito pela Votorantim Novos Negócios, a mina tem capacidade estimada em 2,8 bilhões de toneladas até ser exaurida, o que daria uma média de 25 milhões de toneladas extraídas anualmente ao longo de duas décadas. A companhia chinesa também já opera no País com um negócio na área de exploração de manganês, por enquanto sem sócios.
Chicleteiro e líder do tráfico é preso em Micareta
ZPE de Ilhéus aprovada por unanimidade pelo Condema
| Esta é a área escolhida e aprovada Crédito: José Nazal |
O Conselho Municipal do meio Ambiente (Condema) de Ilhéus aprovou por unanimidade na noite desta terça-feira (20), durante sessão extraordinária, o projeto de implantação da primeira etapa da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Ilhéus. Com isso, o município dá um importante passo para o início da implantação do projeto.
A ZPE de Ilhéus foi criada pelo decreto n° 97.703, de 28.04.1989, mas por diversos problemas, a exemplo da não instalação do alfandegamento, terminou sendo esquecida por um período de 20 anos. Somente em 06 de abril de 2009, através do Decreto n° 6.814, o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, regulamentou a Lei 11.508 que dispõe sobre o regime tributário cambial e administrativo das ZPEs.
As ZPEs definem-se como distritos industriais incentivados, e as empresas que ali decidirem se instalar contarão com o benefício da suspensão de impostos e liberdade cambial, além de procedimentos administrativos simplificados. Da sua produção total, 80%, obrigatoriamente terá como destino o mercado externo, e os 20% devem ser comercializados no mercado doméstico, pagando-se neste caso integralmente os impostos que são cobrados nas importações.
Na última segunda-feira (19) o Condema já tinha dado sinais claros de que a aprovação aconteceria. A Câmara Técnica se reuniu para discutir e elaborar o parecer indicando as condicionantes que serão incluídas na licença a ser expedida após deliberação do plenário. Este é mais um importante passo que Ilhéus dará para garantir a implantação da ZPE, cuja primeira etapa ficará localizada numa área de 8.8 hectares, no Km 8 da rodovia Ilhéus/Uruçuca, na zona norte da cidade.
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